Pedaços.



Vim a viajem toda pensando no que fazer se eu chegasse e ele estivesse lá. É claro que eu iria ignorá-lo como avia falado à minha amiga antes.
O carro parou na frente da casa dela, saio do carro e minha mãe berra:
- Não volta tarde!
“Se ele estiver ai, irei pra casa o mais rápido possível.” - Pensei comigo.
Fui até o portão, e chamei por ela, esperei um pouco e notei que tinha um tênis no lado de fora da porta, o tênis dele! Mais a diante, a bicicleta dele.
Ela abre o portão para mim, e eu controlando meu coração inquieto em meu peito.
Entrei, e o vi, estava sentado à mesa, se “escondendo” de mim, fiz como eu tinha pensado, fingi que nem tinha o visto. Comecei a brincar com o cachorro, esperando minha amiga terminar de falar com a mãe dela.
E ele lá, se “escondendo”.
Ela vem até mim e sorri, e eu respiro fundo e coloco minha “mascara” de “você não é importante para mim!”
Vamos até a cozinha e ela fala:
- Que isso guri?
Ele sorri e olha pra mim, naquele momento eu só queria tirar essa maldita mascara e correr para abraçá-lo, ver aquele sorriso lindo na minha frente novamente, fez até meu coração perder um compasso.
Mas em vez disso, eu simplesmente olho pra ele, dou um sorriso forçado, vou até ela, beijo sua testa, peço pra ela abrir o portão, ela se levanta e vai.
Finalmente olho pra ele, mais um compasso perdido, ele se levanta e abre os braços, a como eu queria abraçá-lo, tocá-lo, senti-lo, mais não, eu iria estragar tudo, eu só virei o rosto para ele beijar minha face, e fui embora, deixando um pedaço do meu coração com ele.

1 comentários:

Andresa Alvez disse...

A gente às vezes tem que ser forte, mesmo não querendo seer. Temos que ser pelo nosso bem, e pelo "Amor próprio".

Tô orgulhosa de ti, demais! Amei o texto ♥

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